do que guardo.




  Eu coleciono delicadezas.
Guardo sorrisos, palavras, abraços, afagos.
Todas essas pequenezas que iluminam o coração da gente. Todas essas lindezas que nos
acariciam a alma.

E trago-as sempre bem guardadas, num baú de coisas lindas que eu chamo de coração.



 

 

 
 
 
 


 
 
 
 

leve.

Não quero nada que pese nas costas, nem do coração.
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Vivo de me esvaziar e me (re)carregar de levezas.
Porque gosto de ter os pés no chão mas, prefiro flutuar.
De ficar leve. De deixar a vida me levar.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

prefiro assim.

E mesmo que pareça loucura querer falar de coisa boa, em meio à tanta coisa ruim acontecendo,
eu insisto. Porque eu não consigo, nem quero, conviver com essa tempestade de más notícias 24h do meu dia.
Porque eu prefiro promover o riso, a gargalhada. Eu prefiro falar de coisas BOAS.
Eu não quero viver no mundo da lua, não quero fugir da (triste) realidade.
Só acho que não é necessário remoer tanta coisa ruim.
Acho que não é preciso promover, tanto, essas coisas que não confortam o coração.
É por isso que eu insisto. E prefiro acreditar que vale a pena. Mesmo que seja loucura.
Eu quero plantar sorrisos, quero ver o amor, quero multiplicar as esperanças e renovar a minha fé a cada nascer e pôr do sol. Quero ver o que ainda tem de bom no mundo. E na vida.
Agradecer por mais um dia e pedir a benção para o novo que virá.
Eu prefiro assim.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

Deus.

Que o Teu nome seja conforto aos corações.
Que a Tua palavra conforte as almas.
E que NINGUÉM , JAMAIS, duvide do Teu amor. E do Teu poder sobre nós.
Entrega-te. E Nele confia. E espera.
Porque a força que nos guarda é bem maior que a força que nos ameaça.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


do que semeio.

E apesar de todos os males eu insisto em plantar sorrisos.

e quem sabe os (bons) ventos levem as sementes de felicidades
e as façam brotar em terrenos inférteis.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 

das tuas (ou foram minhas?) escolhas

Poderia ter sido só um acaso, mas foi encontro.
Poderia ter sido apenas uma troca de gentilezas, mas houve troca de olhares.
Poderia ter sido passageiro, mas você ficou.
E entre tantas possibilidades poderia ter sido ter sido tantas coisas,
 mas você ( ou fui eu?) escolheu ser amor.
 
 
















  













 
 
 
 
  

voei.



















Vesti minhas asas, despi-me das mágoas
 desvencilhei-me das amarras que me prendiam ao chão e fui.
Voei.
Fui ao encontro da vida que há tempos me esperava.
Que há tempos eu esperava.
Descobri minha liberdade
 e percebi que às vezes é preciso sair do chão.
percebi que aprender a voar,
  é aprender a viver.

 


 


 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 


apesar de tudo, SOL.













E, apesar da chuva, continua sol aqui dentro.

É que quando o brilho de dentro é intenso, não há nuvem negra que escureça.
Não há tristeza capaz de nublar um sorriso de felicidade. Quando, esta, é verdadeira.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

um só.

Não era crise existencial. Era amor.
Uma vontade imensa de sermos um só, quando éramos dois.
 
 
 
 
 



 
 
 
 
 
 
 
 
 



felicidade tomou conta.


Felicidade bateu à porta.
-Pode entrar a casa é sua.
Ela acreditou. E nunca mais foi embora.
Hoje é ela quem toma conta, da casa. E do coração.