É que agora eu tenho um brilho no olhar que ninguém decifra, e um sorriso no rosto que ninguém entende.
O corpo leve, a cabeça no lugar.
Agora sim, eu me pertenço de verdade.
Tenho habitado cada pedacinho de mim, até mesmo os inexistentes, os misteriosos.
Quero me ser ao máximo. Quero viver ao máximo.
Quero querer, poder, fazer.
Sem limites, sem restrições.
Fazer tudo do jeito mais doce que eu souber,
que eu puder.
E mesmo que ninguém entenda.
Quero permanecer.
Com o sorriso no rosto. E o brilho no olhar.
Inexplicável ou não, quero permanecer.
Assim, do jeito que está.
Debaixo da mesa.
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Quantos sinais ainda serão necessários para você entender que essa pessoa
não é pra você?
Porque a verdade, aquela que dói admitir, é que ninguém muda s...
Há 2 semanas

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