coloRIR

Quero pintar sorriso nos teus lábios...
 ... e pendurar  a obra-prima no CORação.
  
    
 
 
  
 
 
 


boba =)


Tem horas que eu esqueço de TUDO e só sei ser feliz.
Tem dias que eu me faço de boba só pra VIVER! 
(Assim, com letras MAIÚSCULAS, com TODAS as letras).

 
 
  
  
 
 

 
 
 
 

Enfim doismil&doze.

Enfim 2012. Mas, dessa vez, eu não vou me encher dessas promessas que se perdem no meio do ano. Não vou me encher de pedidos e expectativas duvidosas. Não vou fazer listinhas, nem prometer milagres.
Este ano, não vou fazer diferente. Vou fazer ainda melhor.
Porque eu acredito que estou no caminho certo.
Completei apenas uma passagem, a estrada ainda é a mesma. E eu vou continuar caminhando.
E, dessa vez, vou me encher de esperança ao invés de promessas, vou assumir tentar ao invés de fazer.
Pedidos, de proteção. Listinhas, de bons momentos. Palavras, de agradecimentos.
Desejos, apenas de paz.
Vou colecionar sorrisos, distribuir delicadezas. Doar sem me doer. Deixar a vida acontecer.
Me preocupar só com o que faz bem ao coração.
Vou tentar, enquanto der, mesmo sem conseguir, fazer ainda melhor e ser ainda melhor.
O melhor que eu puder.
E eu não quero um 2012 cheio de acontecimentos, beirando a perfeição. Não.
Desejo apenas que aconteça.
E que ao fim, deste ano que se inicia, eu tenha colecionado mais sorrisos que o ano que passou.
Que eu tenha 2012 motivos para sorrir. 
E que, em cada sorriso, eu encontre mil motivos para ser FELIZ.



Feliz 2012!
 
 


 
 
 

tô indo.

Faltam poucas horas, e eu ainda nem terminei de (des)arrumar as malas. Já venho há um tempo tentando esvaziá-las e ainda não acabei. Preciso fazer isto para logo. Logo chega 2012 e eu preciso (re)tomar a estrada, continuar a caminhada. De mãos (quase) vazias e o coração ainda cheio, de fé, de esperança. Cheio. E leve. Não quero carregar nada que pese no coração. Nem na mala. A mala precisa estar leve. Aliviada. Tem que haver muito espaço, vago, para o que eu precisar carregar. Serão 366 dias, uma estrada longa a caminhar. E eu quero aproveitar. Não quero ter que me preocupar com coisas passadas. Com nada que fique no aqui e no agora de 2011. Quero tudo novo. Mesmo que seja no sentido de melhor.
Tô descarregando as mágoas, as más lembranças. Deixando pra trás tudo aquilo que de alguma forma me faz mal. Levando somente o essencial. E o essencial, pra mim, é só aquilo que faz bem.  À alma. Ao coração.
Então 2011, eu só queria dizer que foi bom enquanto durou, mas agora 2012 quer acontecer. E eu não quero perder. Nem um minuto. Nem um suspiro. Nenhum pedacinho de vida que ouse intercorrer.
É hora de (re)começar. A vida me chama e, eu, não posso- nem quero- parar.



com as minhas mãos.


Espalmei a dor.
Agora, tô espalhando amor.
 
 
    
 
 

jeito estranho.

Não era nada.
Era só meu jeito desajeitado e minha forma desengonçada de lidar com a felicidade.
Fazia tempo que ela não vinha aqui em casa.



 
 
 
 
 
 
 


é só.

 Um coração que caiba todos os amores. Uma alma que caiba todos os sorrisos.
É só isso o que preciso. 
 
 
     
 
  
 
 
 

do que tenho (a)colhido.

Acho que minhas sementes de lindezas andam brotando pelo caminho...
...nunca encontrei tantas flores de delicadezas e tantos pés de bem-me-queres, numa mesma estrada.



  

  

pura magia.

Tem gente que é assim.
Vai de encontro às leis  da física, desobedece a gravidade.
r.
                                                                                    a
                                                                               u
                                                                          t
                                                                     u
                                                                  l  
                                   ... E faz a gente    f     
                                                                                 


  


  


   

querer.

Queria que minha vida se prendesse somente a estes versos que me acalmam, consolam,
 alargam-me - a alma e o coração. Queria uma vida tecida, somente nestas teias de poesia, que fazem a gente acreditar que felicidade é coisa que nunca se finda.